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"Não se apegar a nenhuma pessoa, fosse ela a mais cara -- toda pessoa é uma prisão e também um esconderijo."
V , diz:
no fundo, internamente todo mundo é um curinga... só que em segredo =X
M diz:
auhauhauhauha
M diz:
certeza
M diz:
mas ontem tava vendo uma mulher comentar sobre a juventude hoje
M diz:
pós-moderna
M diz:
os modernos gostavam de cenários
M diz:
entende?
M diz:
e nós, pós, somos obscenos
M diz:
o trasnparente
M diz:
gostamos de mostrar tudo o que fazemos
M diz:
louco mas verdadeiro, né?
O ser humano é muito mais do que ele demonstra ser. Ninguém é capaz de demonstrar o que realmente senti, temos medo. Acreditamos que aquilo que mostramos seja a verdade, o sentimento verdadeiro.
Nós, pobres coitados, não controlamos nossa mente, quanto mais tentamos transmitir o que sentimos mais escondemos o que somos realmente. Por puro medo ou por vontade de sermos compreendidos nos bastamos sempre.
Se as pessoas nos conhecer de verdade, elas iriam se esconder assustadas, elas fugiriam.
A vida é um palco e nós os atores, somos artistas, beibe!
Não irá passar, tá impregnado, tá entrelaçado, tá guardado, é segredo
ódio
medo
tristeza
ciúme
pessimismo
descrença
doença
amor
coragem
alegria
confiança
otimismo
crença
amizade
Saudade
As pessoas possuem a necessidade de se sentirem livres, mesmo que a
liberdade nunca possa ser alcançada amplamente, desejamos a perfeição da "felicidade" que a idealizamos, que a
criamos, uma eterna busca (uma sagatiba). O sonho de sermos felizes e livres se torna utópico devido à necessária
luta do ser humano. Nunca conseguimos nos satisfazer com
aquilo que já está conseguido, até porque dizem que precisamos de sonhos
para nos manter em pé.
Os
sonhos de obsessão compulsiva que temos é uma fuga daquilo que já possuímos, o sonho se torna algo descartável, que se modela conforme sua vontade de preencher o vazio de seus sentimentos. Nessa busca pela perfeição da felicidade nos tornamos presos, acentuamos nossos defeitos e prejudicamos psiquicamente as pessoas de nosso convívio, aquelas que mais gostamos.
Descartamos alguns sonhos e acumulamos alguns transtornos que tivemos na luta dele ser realizado, descartamos o empecilho visível (objeto), mas não notamos que esse empecilho (psíquico) não é palpável e nem tão visível, ele é difícil de se combater, pois o meio que vivemos está corrompido e não possuímos olhos internos para nos policiar.
A loucura está presente em todas as nossas atitudes, e as
pessoas mais lúcidas que existem ainda possuem essa busca, todos, sem exceção, com o grau de gravidade
variado. O ser humano possui uma doença crônica e cega.
Surplus, o filme, aborda a temática sobre a sociedade de consumo, que com a industrialização e o desenvolvimento tecnológico passa a possuir um consumismo exacerbado. A sociedade passa a enfrentar vários problemas, como a depredação do meio ambiente, a desigualdade social crescente, o tempo que se torna exíguo e escasso, a desumanização das relações pessoais e sociais, a nova forma do trabalho escravo, etc...
O filme baseia-se e relata os pensamentos de John Zerzan (guru da anti-globalização). Esse pensador acredita que para haver uma sociedade igualitária tem de haver uma revolução. A maioria das pessoas só ficam atentas quando são atingidas diretamente em seu patrimônio privado, devido à individualidade do mundo moderno. John Zerzan faz uma crítica às pessoas que por estarem alienadas, destroem sua própria liberdade se aprisionando ao sistema capitalista.
Qual seria o conceito de violência? Para John
Zerzan acredita que a violência não se atribui a danos materiais em si, mas as
pessoas. A violência onde se aplica? A uma pessoa que vai às ruas a luta por
seus direitos, ou uma pessoa que fica no sofá, comendo, assistindo MTV e quando
ganha um emprego se submete a ele? Os dois são exemplos de pessoas violentadas,
uma que foi violentada e está inconformada, a outra que é violentada e vive aprisionada
acreditando que está em um mundo de progresso e liberdade.
O texto conta uma parábola de um pai que revela aos seus filhos perto de morrer que em seus vinhedos tem ouro enterrado. Os filhos começam a cavar em busca do ouro e nada acham. Depois percebem que as suas vinhas estão produzindo mais do que qualquer outra vinha da região. Moral da história: a felicidade não está no ouro, mas no trabalho. Pois o esforço e a dedicação os recompensaram.
Muitos provérbios foram transmitidos com autoridade da velhice e com concisão aos jovens, para transmitir experiência e saber.
Hoje as experiências estão em baixas. Nos anos de 1914 a 1918, as pessoas vivenciaram uma das piores experiências da história, o surgimento de guerras como um tipo de racionalidade que acompanha a irracionalidade (um extremo da barbárie), a economia em crise com a inflação, o aumento da prostituição, etc. Uma geração que tinha como apoio seus exemplos, viu-se abandonada, “deixada na mão”, sem teto.
Uma nova forma de empobrecer a população surgiu, o
trabalho alienado, paradoxalmente, com o desenvolvimento da técnica (2ª. Rev.
Industrial).
Com o avanço da tecnologia ocorreu a diminuição da quantidade de narradores responsáveis pela necessária transmissão dessas experiências. Sendo substituídas pelos meios modernos de comunicação.
Durante esses acontecimentos surgiram vários tipos de crenças e novas filosofias de vida (a renovação da astrologia, o vegetarismo, o espiritualismo...), como um reverso desse desenvolvimento tecnológico, sobrepondo-se ao novo estilo de vida miserável que surgiu.
“Qual o valor da nossa carga cultural se não podemos compartilhá-la, se ela não nos pertence e não é necessária?”.
Essa pobreza de experiência não é individual (privada) e sim coletiva (humanidade). Uma barbárie (ausência de intelecto, razão) empata o avanço, o começar de novo e se contenta com o pouco sem ter outras visões (o conformismo).
Sempre existiu homens inconformados que queriam algo mais além do que já tinham. Esses foram considerados os “construtores” que fizeram descobertas e que deram novas visões à humanidade como: Newton, Einstein, Descartes, Kleen...
O pintor Kleen, por exemplo, acredita que a carroceria de um automóvel se forma com a necessidade interna do motor. As características externas vão depender da sua função interna, ou seja, quem se baseia na aparência ignora a verdadeira essência da máquina. E, assim se aplica para pintura, à fisionomia das figuras irão depender do que o pintor quer transmitir.
Hoje algumas cabeças já começaram a acompanhar o avanço da técnica. O autor refere-se à renovação da linguagem a serviço dessa realidade, utilizando nomes desumanizados. Por exemplo, autores alemães e russos utilizam nomes como Lesabéndio, Peka, Labu, Outubro, Pjatiletka, Aviachim, etc. Surge um novo conceito de pobreza.
O vidro é um material frio e sóbrio e que não deixa vestígios, pois não se fixa nada por ser liso. Será que haverá casas de vidros? Será que o ser humano vai se adequar ao surgimento dessa nova pobreza?
Essa nova pobreza se dá pela ausência dos vestígios do ser humano, desumanizando-as. O texto cita um exemplo de um quarto burguês onde tem toques pessoais em todos os lugares, deixando claro que aquele quarto possui um dono. O poeta Brecht diz em um de seus poemas, Cartilha para seus citadinos: “Apaguem os rastros!”. Brecht era totalmente avesso à burguesia.
A pobreza de experiência não é para que os homens adquiram simplesmente novas experiências e sim para que eles se libertem de seus paradigmas da sociedade capitalista (o lucro como elemento motor do desenvolvimento social, as relações entre os homens baseadas em princípios mercadológicos, os sistemas de valores e etc).
W. Benjamin, no final do texto, refere-se ao desenho do Mickey como um sonho de um homem contemporâneo. O desenho relacionando-se a vida real, como fosse uma maneira de fuga e de iludir as pessoas, em um mundo “mágico” que tudo é possível.
Esse mundo “mágico” acaba perdendo e ignorando o verdadeiro potencial do ser humano como produtor de experiências. Tornando-o mais pobre espiritual e intelectualmente.
Os desejos que fazem mal são aqueles realizados rapidamente, não aprendemos a dar o valor necessário naquilo que conseguimos facilmente. E aquele ditado permanece: "só damos valor quando perdemos".
Os desejos que fazem bem são aqueles realizados lentamente, que aprendemos pelas lutas e as dificuldades enfrentadas.
E os desejos não realizados são as frutrações como meio de aprendizagem.
Dizem que o crescimento de um homem depende do caminho que é tomado.
Aqueles homens de sucesso estavam fartos e desejavam seguir um caminho diferente do que propuseram, não porque tinham se revoltado, mas, porque se sentiam na necessidade de ter ausência daquele ser autômato.
O querer (desejo) que se torna poder (sabedoria), devido a necessidade de soberania do homem.
O autor pronuncia que o ser humano utiliza-se da utopia como objetivo de camuflar os seus “medos e impotências”, não encarando as dificuldades para que esse sonho se torne realidade.
Ele apresenta as várias barreiras que os jornalistas enfrentam para terem à ética na profissão, tais como: os baixos salários; ter que tomar partido pelo candidato da casa; dar espaço a propagandas (meias verdades) por elas darem um apoio financeiro; as poucas fontes pesquisadas pelo tempo que é exíguo para a entrega da notícia na redação; as ameaças feitas pelos corruptos aos que os expõem; a consciência do jornalista pelo material duvidoso que apresenta e o distanciamento do jornalismo excepcional; as próprias fontes que mentem; os seus chefes que se tornam ditadores; colegas de trabalho que expõem sempre suas inseguranças e frustrações.
São inúmeras as dificuldades para se dizer que a ética é uma “utopia irrealizável”.
O texto também mostra a importância e o poder do jornalista sobre as pessoas, como uma influência. Essa influência é demonstrada através das atitudes tomadas pelo público. Por isso, existe a necessidade do estudo continuo para que os jornalistas se tornem mais informados que seus próprios leitores, para acrescentar-lhes algo de novo.
“A mentira como instrumento do poder” é encontrada em tudo, principalmente na publicidade que só mostra uma metade e oculta a outra. A verdade vai se tornando utópica devido a todas as pessoas que mentem, tendo, o jornalista, uma árdua tarefa de encontrá-la.
O ser humano é como uma obra inacabável, sempre tendo algo para ser aperfeiçoado e isso se dá pela necessidade de corrigir o presente para obter-se uma realidade melhor.
***Cada pessoa amaldiçoada deve dizer 10 coisas aleatorias sobre si...
1- Faço jornalismo e tou adorando o curso, eu adoro até aquilo que não concordo, mas meu sonho mesmo é ser Cientista Política, quem sabe eu não trabalhe nessa área no jornalzinho da clandestinidade! hehehee
2- Já fiz inglês e francês, mas nunca terminei nenhum dos dois e sempre digo que no próximo semestre eu voltarei.
3- Quando eu era criança queria ser Paleontologa, colecionava todas as figurinhas do chocolate Surpresa, terminei até um álbum e também colecionava todos os bonecos, vídeos e artigos que saia sobre dinossauros.
3- Nasci em São Luís e morei até os 11 anos lá, sou apaixonada pela cultura maranhense, mudei pra cá, Fortaleza, porque era o desejo dos meus pais.
4- Ruia as unhas compulsivamente até o meio do ano passado, quase não existia unhas nos meus dedos e juro que não foi promessa, mas parei de repente do nada de roer. (acho que enjoei do gosto! kkkkkk)
5- Já me relacionei muitas e muitas vezes, mas não estou com ninguém há um bom tempo. (melhor só do que mal acompanhada!)
6- Eu quase nunca tenho TPM, sempre acho que tudo na vida passa e talvez seja por isso que é muito difícil de me encontrar mal humorada sem nenhum BOM motivo.
7- Tenho uma mania de chamar todas as pessoas que gosto dos nomes, tipo: mocréio(a), bruaco(a), vaca, beibe, gatto(a) gaiato(a)... e de inventar palavras (é neologismo puro!) ou de ficar um bom tempo pensando em algo criativo pra chamar algo.
8- Eu sou apaixonda por filmes musicais e adoro passar horas e horas tentando imitar alguma cena engraçada ou que achei legal. heheheee
9- Sou fascinada por flores e em especial pelas orquídeas, pode conferir aqui em casa! ;)~
10- Esse Ano foi o pior e o mais louco de toda minha vida. \,,/
FIM!
Amaldiçoadas; Alê, Lela, Mizlilian e Cintia.
Os tropeços grandes que se parecem pequenos, perdidos no espaço, deixados pra lá...
mas espere só até Dezembro pra ver a rebordose chegar. hahahaaa
*estou abestalhada! *-*
